quinta-feira, 12 de abril de 2012

Blogueiro Mercante e os 100 anos do naufrágio do Titanic: plantas e desenhos do "Titã dos mares"

Os 100 anos do naufrágio do Titanic tem sido assunto quase que diário na Mídia mundial e brasleira. Por isso, o Blogueiro Mercante decidiu reproduzir, a partir de hoje, uma série sobre algumas das reportagens publicadas sobre o tema. Como esta abaixo, publicada hoje no site do jornal O Estado de S. Paulo.

O titã dos mares
The Illustrated London News, 1912.

Após dois dias navegando em águas calmas, o desafio titânico abraçado pelo estaleiro Harland & Wolf mostrava toda a sua opulência. Era a consagração da construção do maior e mais luxuoso navio que o mundo já vira. Toda a sua magnitude era desfrutada numa viagem até então tranquila.

A empreitada para a construção do navio havia começado três anos antes, em Belfast, na Irlanda. O projeto fora comandado por Thomas Andrews, um jovem exponente da construção naval, designer chefe da Harland & Wolff. Aos 39 anos de idade, foi o escolhido para materializar o gigante dos mares.

O nome da nave foi escolhido para não deixar dúvidas sobre a sua grandiosidade e imponência. E tal qual aos heróis das histórias mitológicas de outros tempos, a tarefa de sobrepor-se à natureza foi dada aos arquitetos, engenheiros, cientistas, operários e construtores envolvidos em sua criação. Com espanto, admiração, incredulidade e fascínio, a humanidade acompanhava o gigante tomar forma para ganhar os mares.

Conheça diferentes plantas e desenhos do Titanic, publicados na época pelos mais diversos órgãos de imprensa.

Leia mais:
# O palácio que viajava sobre as águas
# Há um século, Titanic iniciava sua trágica história
# Há cem anos, Titanic era lançado ao mar

Pesquisa e Texto: Lizbeth Batista,  Carlos Eduardo Entini e Rose Saconi
Reprodução de imagens: José Brito

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Até receitas de comidas são destaque nas reportagens sobre os 100 anos de naufrágio do Titanic

A Mídia está de olho em tudo. Vejam que matéria curiosa que saiu hoje no site do jornal Folha de S. Paulo. Mas quem sabe não vale a pena copiar e cozinhar!


Menu resgata receitas servidas no Titanic, que naufragou há cem anos

DE SÃO PAULO
Para lembrar os cem anos do naufrágio do Titanic, um jantar no restaurante From the Galley (rua Leopoldo Couto de Magalhães Jr., 761, Itaim Bibi, São Paulo, tel 0/xx/11/3073-0928) vai reproduzir o cardápio da primeira classe.
Confira abaixo uma das receitas servidas.
Adriano Vizoni/Folhapress
Rosbife de mignon com cogumelo-de-paris
Rosbife de mignon com cogumelo-de-paris
Rosbife de mignon com cogumelos-de-paris
INGREDIENTES
-800 g de mignon
- 400 g de aparas de carne vermelha
- 2 cebolas grandes
- 2 cenouras
- 2 talos de salsão com folhas
- 2 tomates
- 1 ramo de alecrim
- 2 folhas de louro
- 1 ramo de tomilho
- 300 ml de vinho madeira
- 50 g de manteiga
- 50 g de farinha de trigo
- 100 g de cogumelo-de-paris laminado
- 100 g de minicebolas em conserva
- Azeite para refogar
- Sal e pimenta a gosto
- 2 litros de água
PREPARO
-Em uma panela grande, coloque um fio de azeite e sele o mignon inteiro e deixe-o bem dourado de todos os lados. Reserve
-Finalize no forno a 180°C em uma forma coberta com papel-alumínio por 20 min
-A carne deve ser servida vermelha por dentro, porém não deve estar crua
-Na mesma panela em que selou o mignon, acrescente as aparas de carne, as cebolas, o salsão e a cenoura Quando estiver tudo bem dourado, acrescente o tomate, as ervas e a água
-Quando estiver fervendo, abaixe o fogo e deixe reduzir pela metade
-Coe e esprema bem para extrair todo o sabor dos legumes e das ervas
-Acrescente o vinho ao caldo coado e deixe ferver para evaporar o álcool
-Em outra panela, derreta a manteiga e, com a ajuda de um "foie", misture a farinha e deixe o roux dourar
-Acrescente ao poucos o molho, mexendo sempre
-Quando estiver tudo bem encorporado, acrescente o sal, a pimenta e os cogumelos
-Deixe ferver por 20 min ou até que o molho perca o gosto de farinha


Blogueiro Mercante de olho na Mídia: alerta de tsunami na Indonésia

Réplica de terremoto faz Indonésia renovar alerta de tsunami



DAS AGÊNCIAS DE NOTÍCIAS

Um novo tremor, de quase mesma magnitude que o primeiro, fez a Indonésia renovar seu alerta para tsunamis nesta quarta-feira.
Um terremoto de 8,7 graus de magnitude atingiu hoje a região norte da ilha de Sumatra. Pouco depois, o presidente Susilo Bambang Yudhoyono disse que não havia informes imediatos sobre perdas humanas ou danos materiais na região, e chegou a descartar a ocorrência de um tsunami, apesar de manter o alerta.
Editoria de Arte/Folhapress
Mas quase imediatamente após sua declaração, um terremoto de 8,2 graus alcançou o país, seguido por dois fortes tremores.
O Centro de Monitoramento de Tsunami para o Pacífico emitiu novos alertas para a toda a região após os abalos.
Autoridades da Indonésia relataram o aumento do nível do mar em algumas localidades da província de Aceh (a região mais atingida pelos tremores), mas numa altura inferior a um metro.
Mas nas ilhas de Andman e Nicobar (Índia), alguns informes apontam que o nível do mar chegou a aumentar quase 4 metros. Por enquanto, não há informes sobre maiores danos na região.
Além da Indonésa e da Índia, Sri Lanka e Tailândia também emitiram seus próprios alertas de tsunami. Na Tailândia, autoridades ordenaram às populações de seis províncias para irem a terrenos mais altos, e o aeroporto internacional de Phuket foi fechado.


Publicado agora há pouco no site da Folha de S. Paulo.

A foto do dia: o navio e o pescador


Homem pesca próximo a balsa no porto Piraeus, em Atenas, na Grécia, no segundo dia de uma paralisação de marinheiros. Foto publicada hoje no site do jornal Folha de S. Paulo.

Blogueiro Mercante no "Mundo das Celebridades"

A Folha de S. Paulo, como vocês podem comprovar acima e aqui, está muito boa hoje. E bota boa nisso!


Quer ver mais? Clique aqui.

A difícil vida fácil da Chevron


Publicado hoje na coluna do Ancelmo Gois no jornal O Globo.

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Por que os ingressos de shows musicais no Rio são os mais caros do mundo?


Muito interessante. Publicado hoje no "Segundo Caderno" de O Globo. Quem não é assinante, pode ler abaixo o texto principal da reportagem. Vale a pena.

Projeção internacional, competição entre as produtoras e amplo uso da meia-entrada estão entre as razões para os altos preços
RIO - No próximo domingo, quando o descabelado Bob Dylan subir ao palco do Citibank Hall, no Rio de Janeiro, para dar voz a sucessos como “Like a Rolling Stone”, estará diante da plateia que mais dinheiro desembolsou em todo o mundo para vê-lo cantar neste semestre. E, nesta comparação, entram nada menos do que os 26 shows que o roqueiro americano fará em dois continentes até o dia 22 de julho — uma turnê para comemorar os 50 anos de sua lendária carreira.

Para participar da festa que Dylan fará em solo carioca no dia 15, o fã carioca precisa dispôr de pelo menos R$ 500 — o valor da entrada inteira mais barata oferecida pela casa de espetáculos da Barra da Tijuca, uma cadeira lateral. Esse preço, no entanto, é mais do que o dobro do que é cobrado dos fãs de Dylan em Brasília (R$ 240 para vê-lo no Ginásio Nilson Nelson no dia 17) e quase três vezes mais do que se paga em São Paulo (R$ 150 para vê-lo no Credicard Hall, dia 21).

A comparação do preço das entradas fica ainda mais dolorosa para o bolso do carioca quando ampliada para o cenário mundial. Da Áustria à Argentina, ninguém paga mais do que o Rio para ver Bob Dylan no palco. Em Salzburg, o roqueiro canta no dia 7 de julho pelo equivalente a R$ 217. Em Berlim, em 2 de julho, por R$ 134. Aqui pertinho, em Santiago do Chile, há entradas para ver a mesmíssima turnê pelo equivalente a R$ 97 e, em Buenos Aires, por apenas R$ 83 (no câmbio de sexta-feira).

Engana-se, porém, quem pensa que o problema é Bob Dylan. A turnê que a dupla sueca Roxette faz no Brasil no mês que vem também pesa mais no bolso dos cariocas do que nos dos paulistanos e portenhos. A entrada mais barata para ver a dupla no Rio — no dia 12, no Citibank Hall — custa R$ 150. No Credicard Hall de São Paulo, 48 horas antes, sai por R$ 70, e, em Buenos Aires, em 24 de abril, R$ 62.
Com os ingleses do Duran Duran, a cena se repete. Para o show do dia 30, no Rio — mais uma vez no Citibank Hall —, a entrada mais em conta vale R$ 180. Na capital paulista, em 2 de maio, R$ 130, e, em Buenos Aires, três dias depois, o equivalente a R$ 66.

Especialistas ouvidos pelo GLOBO concluem que é assim que respinga na cultura os títulos que o Rio ostenta hoje em dia: o de ser a segunda cidade mais cara das Américas (segundo a consultoria britânica ECA International) e a 12 do mundo (de acordo com pesquisa feita pela consultoria Mercer). É o preço — alto — de ser o coração artístico e cultural de um país em expansão.

— O Brasil é hoje um dos maiores mercados consumidores de shows no mundo — diz Pedro Seiler, um dos fundadores do sistema de crowdfundig Queremos. — Quando o empresário ou o agente de um músico internacional vê a oportunidade de fazer um show por aqui, aumentam na hora o valor dos cachês.

Leonardo Ganem, diretor-geral da Geo Eventos, empresa responsável pela primeira edição do festival Lollapalooza no Brasil, chama a atenção para um segundo motivo:

— A competição entre as produtoras brasileiras anda acirradíssima. Para trazer o Foo Fighters ao Lollapalooza neste fim de semana, por exemplo, disputamos com outras duas empresas por uns três meses. Foram quatro idas e vindas de propostas, e o preço final do cachê da banda acabou duas vezes maior do que o original. É claro que isso influencia no valor da entrada, certo? E, não que eu esteja propondo isso, mas está aí um cartel que seria bem útil para o público (risos). Com práticas menos canibais entre os produtores brasileiros, os cachês internacionais seriam menores, e as entradas, também.

O ingresso do festival Lollapalooza, que reuniu 50 bandas em São Paulo no fim de semana, custou, aliás, R$ 300. Na edição chilena, que aconteceu no início deste mês com 62 bandas, a entrada valia o equivalente a R$ 170.

— Mas o Chile é do tamanho de Campinas! — defende Ganem. — Aqui tem mais gente querendo ingresso, e as curvas da oferta e da demanda se cruzam muito acima.

O produtor Bernardo Amaral, que atua como booker da HSBC Arena, na Barra da Tijuca, vai na mesma direção:

— Oito em cada dez shows que fazemos aqui tem bilheteria esgotada. Tem gente pagando para ver esses shows no Rio — ressalta.

Para Amaral, o “grande problema” da cidade é o amplo uso da meia entrada. Segundo o produtor, é ele que faz com que o ticket médio — valor usado pelas produtoras de shows para calcular o preço dos ingressos — suba, elevando consigo o valor da entrada.

— Enquanto em São Paulo a meia entrada representa entre 30% e 40% das bilheterias, no Rio, pode oscilar perto de 70%. No show do Green Day na cidade, 65% das entradas foram meia. Em São Paulo, rondou os 30%. No caso da Amy Winehouse, foram 71% versus 30%. É claro que isso afeta o valor cobrado.

Em miúdos, a lógica da meia entrada no Rio é a seguinte: quem paga o valor cheio da entrada inteira paga bem mais pelo ingresso pois a maioria esmagadora do público carioca certamente vai usufruir de descontos de até 50%.

Um terceiro motivo para o Rio ter se descolado do resto do país (e do mundo) no quesito preço de entrada de show internacional tem a ver com o baixo número de prestadores de serviço atuando na cidade, acrescenta o produtor Tuca Pedreira, que trouxe Ben Harper e Dave Matthews Band ao país recentemente.

— O Rio tem muito menos opções de fornecedores do que São Paulo, logo há menos concorrência — lembra. — Fora isso, há menos hotéis disponíveis no Rio no fim de semana, e eles são mais caros. As permutas são mais difíceis. Por último, está o fato de que as principais empresas de som estão em São Paulo e, às vezes, é preciso deslocar equipamentos.

Pedreira ainda enxerga mais uma possível razção para o ingresso de show no Rio estar mais caro: historicamente, a cidade tem “um mercado menor e mais instável”.

— Em shows grandes, não se vê isso porque eles lotam em qualquer lutar. Mas, em shows médios, a expectativa de público e o público efetivo é sempre maior em São Paulo, logo o risco que o produtor corre por lá é bem menor.

O produtor independente tem, porém uma visão otimista. Acredita (e defende) que a alta dos preços não veio para ficar.

— Há muito pouco tempo, a cidade reclamava de não receber shows. Agora entrou na rota e está vivendo um momento aquecido. À medida que isso se estabilizar, o risco dos produtores vai cair e será possível ter mais certezas quanto ao público carioca. Quando isso acontecer, os valores das entradas deverão cair.


Transatlântico refaz rota do Titanic, 100 anos depois

O Titatnic continua sendo assunto da Mídia. A matéria abaixo saiu hoje no jornal O Globo.


Trajeto do Titanic é refeito 100 anos após o naufrágio pelo Fantástico

Para ver o vídeo, clique aqui.

O "Fantástico" mostrou ontem uma reportagem sobre o Titanic 100 anos depois. Leia a reportagem abaixo:

A jornada do Titanic acabou no fundo do mar - uma história que inspirou livros e filmes e que até hoje mexe com a nossa imaginação: como teriam sido os últimos momentos daquela viagem? 

Nossos repórteres refazem o trajeto do Titanic e reconstituições feitas por computação gráfica explicam como e por que esse gigante dos mares naufragou. 

Livros de todo tipo já foram escritos. Filmes, claro, o cinema de Hollywood. Mas também da Alemanha nazista, tiveram o Titanic como enredo. Hoje, a história do navio virou até atração turística Em Belfast, Irlanda do Norte, um museu novinho acaba de ser inaugurado. É um show de tecnologia, com detalhes da curta história do Titanic. 

No local está a reprodução fiel da escadaria que levava os passageiros da primeira classe para o luxuoso restaurante. 

De cima se vê o local exato onde o Titanic começou a ser feito. No dia 31 de maio de 1911, ele foi lançado ao mar. Mas estava longe de estar pronto. Aquilo era praticamente só o casco, o esqueleto, que foi levado para outro lugar pertinho. 

O triste fim do Titanic é bastante conhecido. O começo, bem menos. Como quase tudo ligado ao navio, um local teve que ser construído para suportar o projeto de dimensões até então desconhecidas. É como se fosse o berço do Titanic. 

Ao todo, foram três anos de construção. Ao contrário do que muitos imaginam, o Titanic não era único. Outro navio, Olimpic, da mesma companhia, já estava em funcionamento há um ano. Uma propaganda mostra como eram considerados iguais. 

2 de abril de 1912: o Titanic fica pronto e depois de alguns testes, dois dias depois, zarpa para Southampton, que, por ser próximo a Londres, tinha virado o mais importante porto da Inglaterra. 

Alguns prédios daquela época ainda existem, como a estação de trem por onde os passageiros chegaram. E hoje, claro, vários memoriais. Em números absolutos, Southampton foi a cidade que teve mais mortos na tragédia: 549. 

10 de abril de 1912: imagens da partida do Titanic mostram o capitão Edward Smith, o mais bem pago homem do mar na época. Às 9h30 manhã, os 930 passageiros começaram a embarcar. Ao meio-dia, o Titanic partiu. 

Um quase acidente na saída de Southampton fez com que o transatlântico chegasse atrasado à sua primeira escala, o porto francês de Cherbourg. Ali embarcaram os 142 passageiros que foram de trem, de Paris. 

Na noite do dia 10 para o dia 11, o Titanic prosseguiu para a segunda escala, a cidadezinha de Cobh, no sul da Irlanda. Mas antes de chegar lá, vamos fazer um desvio e ir para o interior do país, Lahardane. 

A placa da aldeia mostra, orgulhosa, a ligação da cidade com o Titanic. Um memorial está quase pronto para homenagear as 14 pessoas que saíram do local para o que, na época, era uma tentativa de fugir da extrema pobreza da região. 

Paul Nolan é médico e resgatou a história dessa gente. Ele diz que dos 14 passageiros, todos da terceira classe, só três mulheres sobreviveram e só uma voltou à aldeia muitos anos depois. 

Proporcionalmente ao tamanho do lugar, Lahardane foi onde a tragédia do Titanic foi mais forte. Os descendentes das vítimas mostram fotos dos parentes, orgulhosos de um passado tão triste. 

Uma mulher é sobrinha-neta de uma das três sobreviventes. Ela conta que a tia estava em um barco salva-vidas, lembrou que tinha esquecido o chapéu, voltou à cabine e mesmo assim conseguiu embarcar, depois, em outro barco. 

Lahardane tem ruínas onde viveu essa gente. A vida era dura, a terra não produzia quase nada. O inverno, gelado. Partir para a América era um sonho. 

Todos chegaram de trem a Cobh, que na época se chamava Queenstown. A cidade ignorou a íntima ligação que tinha com a história do Titanic até o historiador Michael Martin descobrir documentos como o registro da capitania dos portos. 

Um museu tem ainda uma garrafa que foi jogada ao mar com um bilhete de despedida e correspondências com o papel de carta especial do Titanic. Michael mostra também a foto da velhinha que era bebê no Titanic e que morreu em 2009 com 97 anos. Era a última sobrevivente. Foi ela, conhecida como Malvina, que inaugurou a placa em homenagem aos mortos. 

Era possível avistar o Titanic na entrada da baía de Cobh. No dia 11 de abril de 1912, ele chegou ao meio-dia. Segundo Michael, 123 passageiros subiram, sete desceram. O prefeito foi dar as boas-vindas e, por uma hora e meia, comerciantes cadastrados entraram no Titanic para vender seus produtos. 

Além de levar passageiros e emigrantes com suas malas carregadas de esperança de uma nova vida, o Titanic, como outros navios da época, tinha um papel crucial no mundo. Eram eles que levavam o correio. A comunicação entre as pessoas, empresas e governos era basicamente feita por cartas. As companhias de navegação disputavam um mercado valiosíssimo em que era importante mostrar com que rapidez tal navio era capaz de chegar com o correio. Isso, mais do que tudo, explica a necessidade de velocidade, algo que para o Titanic acabou sendo fatal. 





domingo, 8 de abril de 2012