domingo, 8 de abril de 2012

sábado, 7 de abril de 2012

Blogueiro Mercante de olho na Mídia: Terminal de Santos vai fazer reforma por causa dos cruzeiros

Deu hoje no jornal Estado de S. Paulo.


Cruzeiros crescem 12% e Terminal de Santos terá reforma

Saturado há anos, espaço que recebe 1 milhão de passageiros por temporada vai dobrar nº de atracadouros e aumentar capacidade

07 de abril de 2012 | 3h 03

Depois de receber mais de um milhão de passageiros entre embarque, desembarque e trânsito nesta temporada, o Terminal de Cruzeiros do Porto de Santos vai passar por uma reforma. O objetivo é dobrar a área operacional para conseguir atracar seis navios de forma contígua e aumentar a capacidade de passageiros em pelo menos 40%.
As obras de ampliação já começaram e serão entregues em dezembro de 2013, antes da Copa. As intervenções estão contempladas no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), ao custo de R$ 325 milhões.
A temporada 2011/2012 vai terminar no dia 18 de maio e a expectativa da Associação Brasileira de Cruzeiros Marítimos (Abremar) é de que o número de viajantes cresça 12% em relação ao período 2010/2011.
O Terminal de Santos, o maior do País, estagnou em 1,1 milhão de passageiros desde a temporada passada, porque a infraestrutura limita a capacidade de crescimento do serviço. O porto está repleto de gargalos, que começam antes mesmo da chegada do passageiro ao terminal.
Apesar de o porto ser facilmente localizável, já na chegada à cidade de Santos, a sinalização para o terminal de cruzeiros é precária e faz o passageiro dar uma volta pela cidade - com direito a engarrafamento no caminho.
Quando se avista o Terminal Marítimo Giusfredo Santini - seu nome oficial -, é preciso fazer um retorno de mais de um quilômetro, igualmente engarrafado. "Já vim aqui antes e, mesmo assim, achei difícil de chegar. A sinalização é péssima", diz a aposentada Dalmy de Oliveira Silva, de 76 anos, que embarcou na segunda-feira para um cruzeiro de quatro dias pelo litoral de São Paulo e Rio.
No trânsito, funcionários de estacionamentos abordam os motoristas diversas vezes em busca de um cliente. Mas oferecem condições não muito melhores que o estacionamento de 600 vagas da Concais, concessionária que administra o terminal marítimo. Lá, paga-se R$ 50 a diária e é preciso deixar a chave com os manobristas.
"Deixei, mas achei um absurdo. Qual a garantia que eu tenho de que isso é seguro?", questiona o médico Mario Korukian, de 48 anos, que viajou com a família para aproveitar o feriado prolongado de Páscoa.
Horas na fila. O horário de pico é entre 11 e 14 horas, embora os navios só saiam às 17 horas. Algumas operadoras de pacotes pedem para os passageiros chegarem às 13 horas para "garantir" o check-in. Além disso, como todos os navios chegam e saem no mesmo horário, o tumulto no embarque e no desembarque é inevitável. "Já fiquei 3 horas na fila para entrar no navio", diz o cinegrafista Jonas Moraes, de 41 anos.
"Para a próxima temporada, esperamos melhor distribuição dos horários, que os navios cheguem mais cedo para receber os passageiros", diz Sueli Martinez, gerente-geral da Concais.
O movimento do terminal não é constante, mas há dias em que chegam a passar por lá 25 mil passageiros em um período de 5 horas. Em um dia normal, são cerca de 13 mil passageiros entre embarque e desembarque.

sexta-feira, 6 de abril de 2012

Blogueiro Mercante de olho na Mídia: guarda americana afunda navio há um ano na deriva


Deu hoje no jornal "Hoje", da TV Globo.

Blogueiro Mercante de olho na Mídia: degelo na Antarctica

Deu no site do Estado de S. Paulo.

Agência detecta degelo desconhecido em placa antártica

Satélite detectou degelo desconhecido até agora de 1.790 quilômetros quadrados na placa de gelo antártica Larsen B, ocorrido durante a última década

Efe
 O satélite de observação da Terra Envisat detectou um degelo desconhecido até agora de 1.790 quilômetros quadrados na placa de gelo antártica Larsen B, ocorrido durante a última década, informou a Agência Espacial Europeia (ESA).
 
A perda foi observada na enorme placa que é parte de outra maior, integrada também pela placa A - a menor - e a C, a maior, que se estende ao longo da costa leste da Península Antártica, indicou a ESA.

O satélite comprovou que a Larsen B passou de 11.512 quilômetros quadrados a 6.664 em 2002, quando em apenas alguns dias de fevereiro ela perdeu uma superfície de 3.200 quilômetros quadrados.

Larsen A se desintegrou em janeiro de 1995 e a Larsen C se mantém estável, ainda que as observações do satélite tenham permitido constatar um afinamento da capa de gelo e aumento da duração do degelo no verão.

"As capas de gelo são sensíveis ao aquecimento atmosférico e às mudanças nas correntes dos oceanos e às temperaturas", explicou Helmut Rott, professor da Universidade de Innsbruck, na Áustria.

O especialista acrescentou que a temperatura ao norte da Península Antártica aumentou 2,5 graus nos últimos 50 anos, cifra superior à média global, o que causou uma "desintegração das capas de gelo".

A ESA assinalou que os radares dos satélites para as observações terrestres, como Envisat, são "especialmente úteis para a supervisão das regiões polares porque podem adquirir imagens através de nuvens e da escuridão".

Envisat estará em órbita por pelo menos mais dois anos e em 2013 uma
nova geração de satélites da ESA, as missões Sentinel, farão as observações terrestres.

Blogueiro Mercante de olho na Mídia: Marinha do Irã liberta navio chinês sequestrado por piratas

Deu agora há pouco no site da Folha de S. Paulo. O problema continua.


Marinha do Irã liberta navio chinês sequestrado por piratas



DA REUTERS

Forças navais iranianas libertaram um cargueiro chinês que foi sequestrado por piratas da Somália no sul do Irã nesta sexta-feira e prenderam todos os sequestradores, informou a agência de notícias semi-oficial do Irã Fars.
"Com o sucesso da missão das forças navais iranianas, o navio foi libertado e nove piratas foram presos", disse o oficial portuário iraniano Saeed Izadiyan, segundo a Fars. Não há informações sobre feridos.
O navio de carga, o "Xianghuamen," pertence à empresa Nanjing Ocean Shipping Co Ltda e foi sequestrado na manhã de sexta-feira, no Golfo de Oman, nas proximidades do porto da Chabahar, no sul do Irã, segundo a embaixada chinesa em Teerã,
Izadiyan disse ainda que os piratas eram somalis e que navio estava, agora, a caminho do Irã.

Blogueiro Mercante de olho na Mídia: wi-fi grátis em aeroportos do Brasil

Deu no site da Folha de S. Paulo. Para quem viaja sempre é uma boa notícia.


Wi-fi grátis e ilimitado começa em Cumbica e outros oito aeroportos

PUBLICIDADE
RICARDO GALLO
DE SÃO PAULO

Desde a tarde de ontem (4), passageiros podem acessar a internet de modo gratuito e ilimitado em sete dos maiores aeroportos brasileiros.
O acesso, sem fio, foi liberado nas áreas de embarque dos aeroportos de Cumbica (Guarulhos), Congonhas, Galeão, Santos Dumont, Recife, Fortaleza e Pampulha (MG).
E a partir de hoje, deve começar também nos aeroportos de Brasília e Porto Alegre.
O serviço é oferecido pela Infraero (estatal responsável pelos aeroportos), que fez um acordo com três operadoras: em troca de publicidade, elas não cobram pela internet.

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Sindmar diz que faltam empresas para navegação no Brasil


Publicado no site Portal da Navegação.

Para ler, clique aqui.

Criador da capa do álbum Sgt Pepper´s refaz a imagem. Mas sem os Beatles

É cada uma que  acontece! Vale a pena ler. Publicado hoje no site do jornal Etsado de S. Paulo.


Criador da capa de 'Sgt Pepper's' refaz imagem com novas personalidades

LUCIANO BORBOREMA
Território Eldorado
Sem os Beatles e com novos personagens, o artista plástico Peter Blake recriou a lendária capa do álbum "Sgt Pepper's Lonely Hearts Club Band" (1967). Trata-se de uma ação para marcar seu 80° aniversário como o Vintage Festival, evento que vai celebrar a música, moda, dança e artes visuais britânicas desde a década de 20.
''É uma cruz que eu carrego, o fardo com o qual eu tenho de lidar'', fala Blake. ''O que me deixa vagamente deprimido é que fiquei conhecido como 'Peter Blake - que fez a capa de Sgt Pepper', quando eu, na verdade, fiz muito mais. De vez em quando, eu esqueço disso, mas acabo sempre sendo lembrado'', completa o artista.
Na nova capa saem de cena a atriz Marilyn Monroe, o filósofo Karl Marx, o humorista WC Fields e do pai da psicanálise, Sigmund Freud. Entram o guitarristas inglês Eric Clapton, Amy Winehouse e os artistas visuais Tracey Emin e Damien Hirst.


Nova versão de 'Sgt Pepper's' dos Beatles. (Divulgação)
SEM BEATLES
''Não possuo os direitos de imagem. Em parte isso ocorreu porque cometemos um erro na ocasião. Eu e meu agente assinamos um acordo abrindo mão de quaisquer royalties ou copyrights. Por isso, pedimos permissão à Apple Corps --a empresa de gerenciamento dos Beatles--, mas eles não querem ser associados ao que consideram propaganda. É deprimente ainda não poder usar uma imagem que eu criei”, disse Peter Blake sobre a ausência dos Beatles.

O que é, o que é? Um chip de computador?


Que bela foto de Dubai publicada no site da Folha de S. Paulo!

domingo, 1 de abril de 2012

Malvinas ou Falklands?

E pra você? É Malvinas ou Falklands?

Publicado originalmente no site da BBC Brasil e reproduzido no site do jornal Estado de S. Paulo.


Malvinas ou Falklands, a visão de Argentina e Grã-Bretanha

PERGUNTAS E RESPOSTAS: Países apresentam fatos e opiniões diferentes sobre as ilhas

30 de março de 2012 | 19h 39
STANLEY, ILHAS MALVINAS - Quase três décadas depois da Guerra das Malvinas, ressurgem as tensões entre Grã-Bretanha e Argentina. Mas quais são os detalhes dos argumentos legais de ambas as partes?
Foto de 1982 mostra soldados argentinos sobreviventes de bombardeio inglês - Enrique Marcarian/Reuters
Enrique Marcarian/Reuters
Foto de 1982 mostra soldados argentinos sobreviventes de bombardeio inglês
Pergunta: Quem chegou primeiro?
Na visão da Argentina. O Ministério das Relações Exteriores da Argentina afirma que as Malvinas foram descobertas pela expedição do português Fernão de Magalhães, em 1520, feita em nome da Espanha.
Na visão da Grã-Bretanha. O governo britânico afirma que o primeiro a chegar foi o capitão britânico John Stong, em 1690. Ele teria batizado as ilhas de Falkland em homenagem ao patrocinador da viagem, Visconde de Falkland.
Pergunta: Quem se estabeleceu primeiro no local?
Na visão da Argentina. A Argentina afirma que a França estabeleceu um assentamento em Port Louis, em 1764. A Espanha foi contra e conseguiu o reconhecimento de seu direito sobre as ilhas, assumindo o controle do assentamento em 1767. Depois da independência argentina em 1816, as ilhas continuaram sob a jurisdição da Espanha. Em 1825, a Grã-Bretanha reconheceu a independência argentina e não reclamou a posse das ilhas. Em 1829, o governo argentino designou Luis Vernet como governador das Malvinas. Ele ficou no cargo até 1833, quando uma expedição militar britânica o expulsou, como fez com todos os habitantes argentinos.
Na visão da Grã-Bretanha. A Grã-Bretanha diz que uma pequena colônia francesa, Port Louis, se estabeleceu na ilha oriental em 1764 e passou para o domínio da Espanha três anos depois. Em 1765 uma expedição britânica chegou a Port Egmont, na ilha de West Falkland. Em 1766 outra expedição britânica estabeleceu um assentamento de cerca de cem pessoas em Port Egmont. O local foi abandonado em 1774 por motivos econômicos, mas "a soberania nunca foi cedida ou abandonada". A Grã-Bretanha alega que o assentamento espanhol em East Falkland foi abandonado em 1811, deixando a ilha sem habitantes e sem governo.
Pergunta: Qual a distância de cada país até as ilhas?
Sobre isso, não há discussão. O arquipélago fica a cerca de 480 quilômetros da costa Argentina e a aproximadamente 13 mil quilômetros da Grã-Bretanha.
Pergunta: Por que os dois países reivindicam a posse das ilhas?
Na visão da Argentina. A Argentina alega que tem direito às ilhas, pois as herdou da Coroa Espanhola.
Também diz que a Grã-Bretanha deixou as ilhas em 1774 e "ficou em silêncio por mais de 50 anos", apenas se manifestando quando a Argentina, depois de declarar sua independência, tomou uma série de medidas para consolidar sua soberania no arquipélago, na década de 1820.
Na visão da Grã-Bretanha. A Grã-Bretanha fundamenta seu argumento na quantidade de anos em que administrou as ilhas e no princípio de autodeterminação dos habitantes das Malvinas. Os britânicos afirmam que administram e habitam as ilhas de forma contínua, pacífica e eficaz desde 1833.
Pergunta: Quais são os argumentos legais dos dois países?
Na visão da Argentina. A sucessão de títulos territoriais é a base da reivindicação argentina, segundo Marko Milanovic, da Escola de Direito da Universidade de Nottingham. A Argentina alega que a Espanha teria a posse e que, a partir da independência do país, este título passou para a Argentina. A Grã-Bretanha afirma, no entanto, que o direito espanhol terminou quando a Espanha abandonou seus assentamentos nas ilhas.
Milanovic afirma que existe, desta forma, uma disputa legal e outra factual e os dois lados têm alguns argumentos de peso. Se tivessem ido a litígio em algum momento, não ficaria claro quem ganharia, diz.
Na visão da Grã-Bretanha. O direito internacional reconhece muitas formas de soberania sobre um território. Quem descobriu e quem promoveu a primeira ocupação efetiva são algumas dessas formas. Mas, neste caso, tanto os parâmetros legais como os fatos podem ser discutidos. Prescrição ou aquisição de um título depois de um período de tempo, sem alegações de um Estado adversário, também são reconhecidas. Mas, novamente, há elementos para contestação na lei e nos fatos. Outro mecanismo é a "autodeterminação dos povos", que também é discutível, já que apenas um "povo", e não uma minoria, teria esse direito. Não existe, no entanto, uma definição aceita universalmente para povo.
Pergunta: O que os habitantes das ilhas querem?
Na visão da Argentina. A Argentina alega que o princípio da autodeterminação não se aplica às Malvinas. O Ministério das Relações Exteriores considera que deve existir uma relação legítima entre a população e o território e esta legitimidade não existe nas ilhas, devido ao fato de os colonos britânicos "terem ocupado as ilhas pela força em 1833, expulsado as pessoas que ali moravam, não permitindo sua volta, violando assim a integridade regional da Argentina".
Na visão da Grã-Bretanha. Os moradores da ilha já afirmaram várias vezes o desejo de continuarem britânicos, segundo o Ministério das Relações Exteriores britânico. O Ministério também cita uma pesquisa realizada em 1994, em que 87% dos moradores das ilhas se manifestaram contra qualquer discussão com a Argentina sobre a soberania nas ilhas. Para o governo britânico, os moradores das ilhas têm todo o direito à autodeterminação e este direito não pode ser aplicado de forma seletiva ou estar aberto a negociações, pois está reconhecido pelo Estatuto das Nações Unidas e o Acordo Internacional sobre Direitos Políticos e Civis.
Pergunta: O que dizem os governantes?
Na visão da Argentina. A presidente argentina, Cristina Kirchner, tentou várias vezes reabrir as negociações sobre o futuro das ilhas. Quando a Grã-Bretanha se recusou, foi acusada de arrogância. "No século 21 (a Grã-Bretanha) continua sendo uma 'potência colonial em decadência'" disse.
Na visão da Grã-Bretanha. O primeiro-ministro britânico, David Cameron, disse que as Malvinas vão se manter britânicas pelo tempo que seus moradores quiserem. "O que os argentinos têm dito recentemente é realmente muito mais parecido com colonialismo, pois esta gente deseja permanecer britânica e os argentinos querem algo diferente", disse.
Pergunta: Quais são os recursos naturais das ilhas?
Na visão da Argentina. As ilhas se autofinanciam graças à pesca, criação de ovelhas e turismo, sendo que os pinguins, e existem milhões deles nas ilhas, são uma das principais atrações. A grande polêmica gira em torno da exploração de petróleo. Perfurações marítimas feitas em 1988 encontraram recursos limitados. Em fevereiro de 2010 as tensões entre os dois governos aumentaram, depois que uma companhia britânica (a Desire Petroleum) começou a perfurar a costa norte. O governo argentino acusou a Grã-Bretanha de desrespeitar uma resolução da ONU que proíbe explorações unilaterais em águas disputadas.
Na visão da Grã-Bretanha. Quando foram anunciados pela primeira vez os planos de exploração na região, o ex-ministro britânico da Defesa, Bill Rammell, disse que o governo tinha um "direito legítimo" de construir uma indústria petrolífera na região. Em setembro de 2011 a companhia britânica Rockhopper Exploration afirmou que espera explorar petróleo cru na região em 2016 e conseguir um volume máximo de 120 mil barris diários em 2018.
 
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